AS ESTRATÉGIAS DE EXCLUSÃO IMPOSTA PELA CÚPULA E EXECUTADAS PELAS LIDERANÇAS ICEMITAS

 

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AS ESTRATÉGIAS DE EXCLUSÃO IMPOSTA PELA CÚPULA E EXECUTADAS PELAS LIDERANÇAS ICEMITAS, PRESIDEDENTE, CONSELHEIROS, COORDENADORES DE ÁREAS, COORDENADORES DE POLO, CCORDENADORES DE MANAINS, PASTORES/UNGIDOS E DIÁCONOS.

Basta contrariá-los, dá-se início ao processo de exclusão, pelas aplicações das estratégias, que eram ensinadas e absorvidas empiricamente, através da prática destas pelo pastor, hierarquicamente, superior, ou seja, uma prática ensinada e absorvida de forma não declarada, porém, obviamente, oculta. Tais estratégicas se caracterizavam pelas seguintes ações:

Declarada a contrariedade por quem fosse (pastor, diácono ou simplesmente membro) seguiam-se a aplicação das estratégias pelas ações: (Em todas as estratégias, dependendo do temperamento do contrariante, já se constituía, uma exclusão, o mesmo se tornava um retirante)

1 – Estratégia do isolamento (denominada “CTI”). Se o contrariante fosse um pastor/ungido/diácono, este era orientado, por revelação, para ficar no banco em outra igreja e, quando os filhos tinham idade de escolher onde frequentar, a esposa do pastor/ungido/diácono seguia os filhos, o que já se evidenciava a separação da família. Esta estratégia eliminava a possibilidade do contrariante contaminar os demais membros da igreja por ser movido para outra igreja local. Se o contrariante fosse  membro comum, mesmo que fosse de qualquer grupo base, este era orientado, por revelação, para ficar no banco, não podia se levantar para orar durante o culto, além de não poder exercer função, caso fosse do grupo base da igreja.

2 – Estratégia da perseguição (denominada “Tá apagado”, “Já morreu” ou “Crente ruim”). Qualquer membro, seja pastor, ungido, diácono, aplicada sobre os tais a estratégia do isolamento e não havendo recuperação, ou seja, continuando os mesmos contrariando o sistema e, indiretamente, o pastor, seu superior hierárquico, dava-se inicio a segunda estratégia, a da perseguição, que consistia pelo constrangimento e pelas indiretas em particular. A estratégia da perseguição por constrangimento se fundamentava na exposição do contrariante em reuniões onde este pudesse estar, objetivando, pela exposição de seus erros e falhas, publicamente, que o contrariante decidisse afastar-se ou desligar-se por sua própria conta. A estratégia da perseguição por indiretas em particular, se fundamentava em situações programadas, onde o perseguidor e o contrariante se deparavam sem que houvesse alguém para servir de testemunha, onde o perseguidor afrontava o contrariante com palavras ofensivas, objetivando que o contrariante decidisse afastar-se ou desligar-se por sua própria conta.

3 – Estratégia fatal (denominada “Armação” ou “Armadilha”) Qualquer membro, seja pastor, ungido, diácono, aplicada sobre os tais as estratégias do isolamento e da perseguição e não havendo recuperação, ou seja, continuando os mesmos contrariando o sistema e, indiretamente, o pastor, seu superior hierárquico, continuando afastado, além de perseguido e ainda resistente, dava-se inicio a terceira estratégia, a fatal, bastando o mínimo deslize, mesmo que não haja envolvimento que caracterize pecado, já é o bastante para conduzir o contrariante à comissão de disciplina, onde este sozinho, perante um grupo de 10(dez) ou mais pastores da comissão disciplinar, o contrariante é submetido a um processo humilhante sub uma chuva de dons e profecias de um profeta-mor, braço direito da cúpula, tomam seu depoimento, mesmo que este seja verdadeiro e não caracterize uma situação grave, e passível de misericórdia, a fatalidade é inevitável, preparam o texto de  desligamento do ministério do contrariante, que, coagido e psicologicamente desequilibrado, assina o seu desligamento do ministério.

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5 comentários

  1. pois bem nos idos de 2000, quando por uma questão profissional meu horário de serviço por 40 dias seria por um tempo dobrado, (8 ás 21hs) impossibilitando de ir a alguns cultos, insinuaram infidelidade, abandono da igreja e que ”Deus” revelara mudança, parei de ir, pegaram um moto boy e mandaram em meu serviço para assinar tal carta.

  2. Acorda polo de porto de Santana ! quem vai ser o próximo a sai da igreja maranata Pr Joelson vc esta perdendo Diácono e obreiros e famílias acorda pelo amor de Deus .
    Já sairão os Diácono Ademir. Andre. Aldair. Antonio.Elias. Paulinho. Edson. Guilherme. Claudio .Claudio .Geraldo .Robson , sem contar os obreiros e membros

  3. Tentaram fazer isso com um diacono em Barra Mansa e ele não aceitou. Bateu de frente e antes de ser humilhado pela corja do Sul Fluminense saiu e está feliz vivendo Milagres com sua familia em outra igreja. Acordem omissos covardes do Sul Fluminense no RJ!!!

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