É mais um casório da obra Que é só uma fachada É tudo uma manobra, Acaba com o camarada.

A HISTÓRIA DO CABRA PASTOR E SUA ESPOSA

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A Paraíba tem assunto

Pro gosto de todo freguês

Hoje ‘vamo’ chegar junto

É conversa pra mais de mês.

 

Todo mundo que é da ”Obra”

Sabe como é a regra imposta

Se descumpre, o pastor cobra

Ela não pode ser exposta.

 

Ai daquele que afronta

O tal do Dotô Gedelti

De cima ele logo aponta

Não tem mais céu para ti.

 

Você cai no esquecimento

Vai ficando para trás

O seu passado é cinzento

O sujeito perde o gás.

 

GG chama de sequela,

Seu passado está marcado

E a função que anela

Você perdeu, abestado.

 

Mas tem uns que ‘é protegido’

Estão nas graças do Doutor

O sujeito é o preferido,

Só se for bajulador.

 

Tem uns que ninguém entende,

Como conseguem respaldo

E a todos surpreende,

Parece ter um grande saldo.

 

Já contamos por aqui

Histórias de lá de Campina

Mas não cansa de surgir

Coisas que’stão na surdina.

 

O inbox de Ana Gueiros

Não para de pipocar

E pra cima do feiticeiro

O feitiço vai virar.

 

Toda hora vai chegando

Uma grande novidade

Tem icemita contando

Cada calamidade…

 

 

 

Nem dá pra acreditar

No que este povo conta

Mas não adianta deixar

Quando o assunto amedronta.

 

Depois de Tetéia e de Grécio

Que já contamo’os apronte

Não quero posar de néscio

E perder o horizonte.

 

Contaram pra Ana agora

De Osvaldo, que é Pastor

E esta conversa aflora,

Pois é cheia de ardor.

 

Chamado de Osvaldinho

Na cabeça ele é careca,

Mas este, tão coitadinho,

Não vai segurar a peteca.

 

Tem história para contar

Descobriu e disse: EURECA!

Sua esposa foi trabalhar

Mas ela é tão sapeca…

 

Na hora de almoçar

Ela saiu com um colega

Lá foi ela passear

Ali onde poucos ‘trafega’.

 

Caiu a sopa no mel

E depois do tal almoço

Estavam lá no motel

Ela e aquele moço.

 

Coitado do Osvaldinho

Crendo na tal santidade

Mas depois do almocinho

Pra’calmar a ansiedade

 

Pediu uma bela sobremesa

Para matar sua vontade

Pois queria a tal burguesa,

Saciar sua insanidade.

 

A conversa se propagou

Por toda Campina Grande

O assunto se comentou

E já não há quem abrande.

 

Um ano já se passou

Mas o povo não esquece

Osvaldo se’aconselhou

Tetéia se compadece

 

Amigo, fica ‘quetinho’

Perdoa a ‘pobre coitada’

Não podemos sair do ninho

Deixar a nossa caminhada.

 

Aceita a sua condição,

Preserva a sua família

Esquece a profanação

‘Vamo’ fazer u’a vigília.

 

Mas ninguém vai esquecer

De quem foi esta culpa,

O ‘oubra’ deixar de fazer?

Pra isso não tinha desculpa.

 

Família tem sido desfeita,

Muitos tem sido abusados,

Mas nossa ‘oubra’ é perfeita,

E todos são dedicados!

 

Mas como ser’abençoado

Se o pecado ali entrou?

Bastou ser um achegado

De Gedelti, o Doutor

 

E então você pode tudo

Pode pecar pra valer

Nem importa se é galhudo

Ou se vai apodrecer.

 

Na oubra do tal GG

O que não pode é ser santo

Você tem que OBDC

Pra não perder o encanto.

 

Mas, voltando pr’Osvaldinho

Nada temos o que dizer

Olha só o coitadinho

Vendo seu chifre crescer.

 

Mas deve manter a postura

Preservar a aparência

Coloca logo uma atadura

Nesta sua tal de decência.

 

Faz de conta, ô Osvaldinho,

Quem em casa está tudo certo

‘Cê’ entendeu direitinho

Que depois de tudo aberto

 

 

 

Não vale a pena brigar

Nem dar conversa a raposa,

Você deve é aceitar

A traição da sua esposa.

 

Inda dizem que a tal da culpa

É toda do Osvaldinho

“Quem mandou ‘cê” dar desculpa

E viajar tão sozinho?”

 

Assistir tanto a igreja

Viajar todo o sertão

Na estrada sacoleja

Não perde a animação

 

Mas em sua casa é ausente

Deixou sua esposa sozinha

Ela quer seguir em frente

Tocando a sua vidinha.

 

É mais um casório da obra

Que é só uma fachada

É tudo uma manobra,

Acaba com o camarada.

 

 

Imagem

A esposa desse pastor

Não cumpre o regulamento

Ali nem tem mais amor

Tá no fim o casamento.

 

Ela adora praia e mar

É o “cão chupando manga”

Mas não precisa abusar

E tirar foto de tanga.

 

Que isto Dona Camila?

Se não gosta mais do moço

Arruma a sua mochila,

Se manda sem alvoroço.

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