seita maranata – Técnicas de engenharia social fazem a pessoa mudar sua conduta sem que ela perceba que mudou. A ordem lhe é dada de tal maneira que você imagina que você mesmo decidiu aquilo por conta própria, sem influência alheia

O PROJETO DE ENGENHARIA SOCIAL APLICADO NA OBRA

Irmão Alandati,

Quero acrescentar mais um grupo aos que você sabiamente enumerou.

Sem ofensa aos Adorus Ficar Assinzis (Cacildis, como diria o saudoso Mussum) faltou na sua lista o grupo dos ignorantes que gostam de ser ignorantes. Vou explicar.

Técnicas de engenharia social fazem a pessoa mudar sua conduta sem que ela perceba que mudou. A ordem lhe é dada de tal maneira que você imagina que você mesmo decidiu aquilo por conta própria, sem influência alheia.

Esta técnica foi estudada durante os anos 40 até os anos 70 e implantada nas seitas nos anos 70 até os anos 90 para servirem de laboratório. Hoje os governos mundiais estão usando em larga escala na população, gerando este povo covarde e omisso.

A ignorância no Brasil dá ao indivíduo um senso de autoridade incrível. Quanto mais burro mais certeza ele tem de uma coisa e mais cheio de si ele fala.

Constatamos claramente isso na seita maranata. Pessoas em sã consciência, bem criadas, educadas nos bons princípios e nos bons costumes e de caráter ilibado de forma alguma ficaria em um lugar onde os líderes são suspeitos de tantos crimes.

Os ignorantes ficantes com certeza foram afetados com as técnicas de engenharia social.

Outro dia conversei com um pastor da seita e o mesmo disse que não vai ao manacaim há 4 anos e desliga o chatélite todo domingo.

Contou isso todo garboso, achando que está por cima da carne seca. Então, disse-lhe: eles não mexem com você porque a sua igreja gera dízimo, só por isso.

Ledo engano.

Stanislaw Ponte Preta em comentário no artigo http://diganaoaseita.wordpress.com/2013/05/10/fiz-um-pacto-de-fidelidade-com-a-obra-e-agora/

COMENTÁRIO DIGA NÃO ÀSEITA:

O famigerado entendimento de obra é, conforme vimos acima, cópia da teoria de engenharia social!

A técnica é simples. Vejamos alguns exemplos práticos, relacionados à seita maranata:

– As irmãs, seguidoras da seita, todas só usam vestidos ou saias, e além disso, nas condições normais de temperatura e pressão maranáticos, ou seja, mais precisamente antes desses escândalos, não usavam alcinha, tamanho abaixo do joelho, etc. Mesmo que não sejam pregados “usos e costumes”, quem não se amoldar aos exemplos dos seguidores mais antigos, sente-se um “peixe fora d’água”, a ponto de chegar quase à conclusão que Deus quer que seja igual a todos na seita, e aí muda para o mesmo padrão;

– O mesmo acontece com os varões, não usam bermuda (os mais fieis, é claro), só calça, não usam barba (bigode pode!), não podem torcer por time, não podem usar moletom nem sandália de dedo, principalmente na igreja. Qualquer um que queira “crescer na obra”, que quer dizer, ascender, conforme ossinhôrrevelô, de obreiro, para diácono; de diácono para ungido (não existente na Palavra), e de ungido para pastor, vai também se afeiçoar a esses moldes;

– Os louvores não podem ser ouvidos, nem cantados, que não os “revelados” (quase 90 % plagiados, seja em letra, ou melodia) na obra. Se alguém ultrapassa essa regra, é tachado de gospel, desacertado, etc;

– Ir a outras denominações, nem pensar! Pode até acontecer um casamento de uma pessoa próxima, mas um da obra não pode se misturar com os de outra congregação, e principalmente para que se mantenha “incontaminado” com os movimentos, mesclas, ou religiões, termos pejorativos, que englobam todos os outros, que estejam servindo ao Senhor Deus, fora da maranata;

– Na consulta à Palavra, quantas vezes, você não entende absolutamente nada, e vive um conflito imenso, quando são lidos três textos, ditos “positivos” (como que se algum texto bíblico fosse possível ser negativo, ou seja, causar efeito negativo em alguém!), enquanto o teu texto descreve acontecimentos de desobediência, desfecho ruim, maldições, etc.. Fica aquela pergunta: e se eu lesse o meu? Será que não teriam outros, que pudessem não confirmar, ou seja, ditos “negativos”, e só porque não foram lidos, não foram levados em consideração? O que de fato acontece: calam-se, engolem-se as dúvidas, e bola para frente. Detalhe: muitas vezes, aquele dão nem se confirma no culto ou na reunião;

– Sobre o dízimo, já falamos sobre isso, mas oportunamente repetimos: não se cobra diretamente, mas quando se pune (coloca no banco, termo não bíblico) a quem não é “fiel”, constrói-se um entendimento claro que o oferecimento do mesmo, em lugar de oferta ao alcance, e de coração, na verdade, é obrigatório, pois só participa na “obra”, nas diversas funções, quem dá dízimo;

– O mistério além da letra, ou revelação da Palavra, de tanto que é batido na seita, impede que qualquer um possa descobrir o que realmente expressa a Bíblia em determinadas passagens, e ainda, só é considerada a “palavra uma benção”, quando recheada de alegorizações maranáticas, que compõe uma renca de cascas de banana, que fazem o ouvinte deslizar a quilômetros do sentido real das Sagradas Escrituras. Além disso, todo obreiro da “obra”, que se preze, terá que aprender a tornar a “palavra uma benção”, sob risco de ser rejeitado como ministro da mesma, dentro da seita (lembramos que o líder da icm descartou a necessidade de se lecionar essa “doutrina” nos seminários da obra, em conversa com Samuel França);

– Outro entendimento disseminado, dentro do seio maranático, é da “instrumentalidade nos dons”, o que, de fato, não é pregado que todos tenham, mas é disseminado que todos busquem os dons a todo custo, a todo momento, a qualquer fechamento de olhos, ou ajoelhar, ou reunião para oração,para que se tenha “a direção” a seguir. Dentro dessa busca, o sujeito, se não tem, vai perceber que, se inventar, poderá ser melhor aceito no grupo, e será conhecido como “alguém usado na obra”. É muito comum também, ao se pedir oração, que se deseje, de forma generalizada, que se tenha “dons”, não importando só a entrega de uma mensagem bíblica. Alguns, chegam até ao ponto de escolher “quem é mais usado”, para que ore por eles, para garantir ao menos um “donzinho”;

– o clamor pelo sangue de jesus, quando não executado, pode tornar ineficiente uma oração, de quem quer que seja. Em não raras, vezes, outros se levantam, em seguida da oração de outros que não clamaram, há interrupções, alguém acusa que foi esquecido de chamar o chapolin colorado, criando aquele alvoroço. O pior é que o clamor pelo sangue de jesus não é nem visto em nenhuma passagem bíblica, e muito menos poderia ter se tornado obrigatório, para qualquer cristão que siga a Palavra, mas quem que vai se insurgir no meio onde todos clamam pelo sangue de jesus? O remédio, para ser aceito, é clamar também. (Lembramos também que essa doutrina da obra foi comparada com a ave-maria dos católicos, pelo fundador da seita maranata, em conversa com Samuel França).

Bem, tentei registrar algumas circunstâncias práticas, que demonstram que a “engenharia social” da obra funciona a todo vapor. E o pior, o fisgado chega a conclusão clara, mas verdadeiramente ilusória, que teria chegado àquela mudança, com base em uma orientação de Deus, mas que nada; na verdade, ele foi induzido a modificar os seus hábitos, exatamente para não ser o único diferente naquele meio, com procedimentos tão próprios, peculiares, uniformizados, padronizados, que identificam qualquer um que seja seu seguidor.

O difícil depois é se adaptar a algo que seja mais simples, mais voluntarioso, mais natural, mais espontâneo, mas que seja sério em seguir as Escrituras, e em também não raras vezes, ouvem-se as seguintes declarações: “eu não me adapto em outro lugar”, “eu não consigo aceitar isso”, “eu não gosto daquilo outro”, “o que eu gosto mesmo é dos procedimentos da obra”, e por aí vai…

Foge dessa “engenharia social” da obra, povo meu, pois foi criada por uma sofisticada organização, arquitetada engenhosamente para te enganar, e pensar que a mudança foi de dentro para fora, enquanto na verdade, você foi contaminado pelo maranatês de todos aqueles que você permitiu chegarem perto de você, e agiram de “fora para dentro”, introjetando.

Deixo um texto para meditação:

“Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados,

e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.

Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual como também de nenhuma espécie de impureza e de cobiça; pois essas coisas não são próprias para os santos.

Não haja obscenidade, nem conversas tolas, nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, ações de graças.

Porque vocês podem estar certos disto: nenhum imoral, ou impuro, ou ganancioso, que é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus.

Ninguém os engane com palavras tolas, pois é por causa dessas coisas que a ira de Deus vem sobre os que vivem na desobediência.

Portanto, não participem com eles dessas coisas.

Porque outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz,

pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade;

e aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor.

Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz.

Porque aquilo que eles fazem em oculto, até mencionar é vergonhoso.

Mas, tudo o que é exposto pela luz torna-se visível, pois a luz torna visíveis todas as coisas.

Por isso é que foi dito: “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti”.

Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios,

aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus.

Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.”

Efésios 5:1-17

O capítulo começa expressando a qual engenharia devemos imitar! Aprendamos a executar e imitar esse projeto!

Graça e Paz,

Alandati.

http://diganaoaseita.wordpress.com/2013/07/10/o-projeto-de-engenharia-social-aplicado-na-obra/
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1 comentário

  1. Tudo verdade este texto, gostaria também de contribuir com meu humilde comentário;Em todos os cultos tínhamos q ter dãos…. lembro que muitas vezes e boa muitas nisto, haviam dãos para o culto consultados no culto profético,e detalhe , todos abrem a Bíblia,mas somente 3 lêem,geralmente os q dizem ser positivo,como se a palavra de Deus pudesse ser positiva ou negativa, além de que se fosse Deus falando todos os textos seriam sim ou todos não, como Deus vai falar sim em um texto e não em outro? Voltando ao tal dão; Uma mulher tal e tal….estará hoje no culto,chegava na hora nada ,a tal mulher n estava lá, e pior,liam o dom e pregavam sobre ele, desculpem irmãos, ma só rindo mesmo, kkkk,como fomos tão tapados?Quanto ao clamor pelo sangue d Jesus, realmente se até o Gedelti disse q é como ave maria…seria cômico se nao fosse trágico

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