Declaram que tudo era feito com a anuência do Gedelti,

Trechos tirados de um depoimento ao MP.

Várias vezes, fui várias vezes orientado a depositar valores na conta do Sr. Antonio Ângelo, pagamento de cartão de crédito, prestação de veículos, compra de equipamentos sem a devida nota fiscal, condomínios, pagamentos parcelados a Receita Federal, depósitos para o Sr. César Firme, repasse de valores para o Sr. Sandro Bregolli, Julio Cesar Viana. Wellington Vitória. Jefferson Xavier e outros. Sempre fui orientado pelo Sr. Antonio Ângelo e Leonardo a destruir todos os documentos, recibos e depósitos que não passavam pelo caixa central do PES (Sistema Logix) para não cair em mãos erradas e nenhum tipo de fiscalização.

Constatamos que a denúncia constante no e-mail (doc. 2) a respeito de compra ilegal de equipamentos no Paraguai, feita por intermédio do Sr. Júlio Cesar Viana, possui considerável grau de veracidade, sendo a remessa dinheiro citada pela terceira vez em documentos distintos .

Causa mais estranheza ainda, o fato de o proprietário desta empresa, Sr. Helvio Gueiros, ser sobrinho do Presidente da Organização Religiosa, demonstrando, no mínimo, uma situação contrária à moralidade e à ética, uma vez que a boa administração rechaça  transações comerciais entre diretores da instituição e seus contratados.

Essa informação associada aos depoimentos prestados anteriormente, em especial a do Sr. Antonio Ângelo Pereira dos Santos, onde declaram que tudo era feito com a anuência do Gedelti, torna imprescindível que se tome depoimento do Sr. Presidente da Organização Religiosa, Gedelti Victatlino Gueiros, que até o presente momento foi chamado a prestar esclarecimento a respeito dos fatos aqui relatados.

Do mesmo modo, tendo como fonte de informação o “Extrato de Movimentação de Fornecedores” da contabilidade da ICM-PES, emitido no período de 01/01/2005 a 13/10/2011 identificamos a relação de pagamentos feitos à pessoa física prestadores de serviços que foram citados nas declarações prestadas como objeto de suspeita quanto à efetiva prestação do serviço pago, mediante as declarações feitas de que as notas fiscais eram superfaturadas e/ou notas fiscais “frias”:

E aqui vale trazer à baila que a participação do gestor pode ser comissiva ou omissiva, podendo o Presidente, nesse caso, mesmo não tendo sido o autor direto, mas ser responsabilizado atribuindo-lhe a culpa in vigilando ou a culpa in eligendo: a primeira, decorrente da falta de atenção ou cuidado com o procedimento de outra pessoa que está sob sua guarda, fiscalização ou responsabilidade; e a segunda, oriunda da má escolha do vice-presidente.

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Houve realmente muitos favorecidos e beneficiários  que usaram o dinheiro dos fiéis para crescimento de seus patrimônios e interesses pessoais.

GG fugiu a todos os depoimentos, não quis ser ouvido sob as mais diversas desculpas.

Hoje que fica tentando se explicar mas sempre com mentiras, como fez no manaaim quando falou que Pr Samuel França queria vender a rádio sendo que ele que ficou oferecendo dinheiro, igreja , Ungido, como se fosse dono da vida das pessoas.

E o pior de todos é o ultimo paragrafo que chega a conclusão que o GG não vigiou sua empresa ou seja é um incompetente apesar de que hoje vemos que o seu real interesse era o dinheiro e nada foi feito sem seu aval e sim quiseram durante esses anos todos acobertar o Lider Mor VPC de uma SOC.

CVa 4

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